O Imposto de Renda (IR) é o principal tributo sobre os seus investimentos. Ele incide sobre o lucro das suas aplicações financeiras, ou seja, sobre a diferença entre o valor que você aplicou e o que você resgatou.

Em outras palavras: imagine que você investiu R$ 5 mil em um fundo de investimento e, no momento do resgate, suas cotas valem R$ 6 mil - você pagará Imposto de Renda somente sobre a valorização, ou seja, sobre R$ 1 mil.

Um rápido resumo sobre os impostos que incidem sobre os ativos das Carteiras Magnetis:

  • Fundos de Investimento: a cobrança de IR segue a tabela regressiva do IR: a maior alíquota é de 22,5% (para resgates antes de 180 dias) e a menor é de 15% (resgates após 720 dias). Semestralmente, é descontado um adiantamento desse valor - chamado de "come-cotas". A alíquota é de 15% e incide sobre o valor da cota diária do fundo no último dia útil dos meses de maio e novembro. As exceções são os fundos de ações (como o Magnetis Diversificação em Ações): o IR é de 15% sobre o lucro e incide somente no momento do resgate.
  • Títulos privados: LCI e LCA são títulos isentos de IR. No caso dos CDBs e das LCs, a alíquota do IR segue a tabela regressiva, de acordo com o prazo de vencimento do título - de 22,5% para aplicações com prazo de até 180 dias a 15%, para investimentos com prazo acima de 720 dias. Há também incidência de IOF para resgates feitos antes de 30 dias.

Todos os valores são retidos automaticamente na fonte caso você faça algum resgate. 

Se você era cliente Magnetis antes de 16 de julho de 2018, pode ter ETFs em sua carteira dependendo do seu nível de risco.

Nesse caso, terá de fazer o recolhimento de IR manualmente caso você resgate esses recursos.

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